MCMV 2026: Principais Mudanças e Novos Limites que Você Precisa Conhecer
| O que mudou | Antes (2024) | Depois (2026) |
|---|---|---|
| Valor máx. do imóvel (F3, capitais) | R$ 264.000 | R$ 350.000 |
| Subsídio máximo (F1) | R$ 47.500 | R$ 55.000 |
| Renda máx. Faixa 3 | R$ 7.000 | R$ 8.000 |
| Informal/autônomo | Restrições rígidas | Facilitado com extrato bancário |
Novos limites de valor dos imóveis MCMV
Uma das principais mudanças do MCMV 2025-2026 foi o reajuste nos valores máximos dos imóveis financiáveis. Em capitais como São Paulo, o limite para a Faixa 3 passou de R$ 264.000 para R$ 350.000 — um aumento de 32% que permite enquadrar mais imóveis no programa e dá mais opções às famílias. Esse reajuste acompanhou a variação do INCC acumulado no período e foi essencial para manter o MCMV competitivo num mercado onde os preços subiram.
Subsídios ampliados e renda atualizada
O subsídio máximo da Faixa 1 subiu de R$ 47.500 para R$ 55.000 em municípios acima de 50 mil habitantes. Isso significa que famílias com menor renda conseguem reduzir ainda mais o valor financiado, resultando em parcelas menores. Além disso, o limite de renda da Faixa 3 foi ampliado de R$ 7.000 para R$ 8.000, incluindo mais famílias no programa.
Facilidade para trabalhadores informais
Uma das inovações mais importantes do MCMV recente é a flexibilização na comprovação de renda para trabalhadores informais. Hoje, extrato bancário dos últimos 12 meses, movimentação do PIX e declaração de renda com firma reconhecida são aceitos para quem não tem holerite formal. Isso abre o programa para milhões de trabalhadores da economia informal — setor que representa mais de 40% da força de trabalho brasileira.
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