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5 Erros que Todo Comprador de Primeiro Imóvel Comete (e Como Evitar)

Posted by Eliezio Souza sobre 27 de junho, 2026
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Resumo rápido: Comprar o primeiro imóvel é um marco — mas também é cheio de armadilhas. Veja os 5 erros mais frequentes e como um bom planejamento evita cada um deles. → Falar com especialista

Erro 1: entrar no processo sem planejamento financeiro sólido

O erro mais comum — e o mais caro. Comprar o primeiro imóvel sem ter uma visão clara de: qual parcela cabe no orçamento (máximo 30% da renda bruta), qual o valor de entrada disponível (mínimo 20% do valor), e quais são os custos adicionais (ITBI, cartório, corretagem, móveis). Muitos compradores se empolgam com o imóvel e só percebem que as contas não fecham quando já assinaram o contrato. Regra prática: simule o financiamento antes de visitar qualquer imóvel e defina seu teto de preço com folga.

Erro 1: entrar sem planejamento financeiro

Erro 2: focar na estética e ignorar a estrutura

O azulejo da cozinha pode ser trocado. A localização não pode. O segundo erro mais caro é priorizar acabamento e decoração em detrimento de localização, planta funcional e estado estrutural do imóvel. Em imóveis usados, verifique: infiltrações (manchas de umidade), fissuras nas paredes (especialmente em ângulo de 45°, que indicam recalque), instalações elétricas e hidráulicas antigas (custo de R$ 8.000 a R$ 25.000 para refazer), e orientação solar — imóveis com pouca luz natural são difíceis de alugar e vender depois.

Erro 3: não calcular os custos adicionais à compra

O preço do imóvel é apenas o começo. Os custos adicionais em SP somam tipicamente 5% a 8% do valor do imóvel: ITBI (3% do valor venal); Escritura e registro (1% a 2%); Corretagem (5% a 6% — paga pelo vendedor, mas pode impactar o preço negociado); Mudança e adaptações (R$ 1.500 a R$ 5.000); e Fundo de reserva e taxa condominial nos primeiros meses. Para um imóvel de R$ 400.000, reserve R$ 20.000 a R$ 32.000 para esses custos além da entrada.

Erro 3: ignorar os custos adicionais

Erro 4: escolher o imóvel antes de escolher o bairro

A sequência correta é: bairro → imóvel. Muitos compradores se apaixonam por um apartamento e só depois percebem que o bairro não serve — longe do trabalho, sem transporte adequado, sem segurança. Antes de visitar qualquer imóvel: defina os bairros que atendem sua rotina (distância ao trabalho, escola das crianças, família); pesquise o preço médio do m² nesses bairros; e só então comece a filtrar imóveis dentro do orçamento na região ideal. Isso economiza semanas de visitas desnecessárias.

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Perguntas frequentes

Qual o valor mínimo de entrada para o primeiro imóvel?
Os bancos exigem em geral 20% de entrada. Com FGTS e subsídio do MCMV, esse valor pode ser reduzido — mas não é recomendável entrar no financiamento sem reserva alguma.
Posso comprar meu primeiro imóvel com score baixo?
Score abaixo de 500 dificulta muito. O ideal é estar acima de 700. Melhore o score pagando contas em dia, quitando dívidas e evitando muitas consultas ao CPF.
Devo comprar na planta ou pronto?
Para primeiro imóvel, “pronto para morar” tem vantagem — você vê o que está comprando. Na planta é mais barato, mas há risco de atraso de 1 a 3 anos. Depende do seu planejamento.
É errado comprar o primeiro imóvel como investimento?
Não — mas é uma lógica diferente. Quem compra para morar pode aceitar menos rendimento em troca de conforto. Quem compra para investir precisa ser mais analítico sobre localização e cap rate.
Posso negociar o preço do imóvel?
Sim, sempre. No mercado de usados, descontos de 5% a 15% são comuns para compradores com carta de crédito aprovada ou pagamento à vista. Em lançamentos, há menos margem mas ainda existe.
Quais documentos eu preciso ter antes de comprar?
RG, CPF, comprovante de residência, comprovante de renda (holerites ou IR), extrato do FGTS e certidão de nascimento/casamento. Para financiamento, o banco pode solicitar documentos adicionais.
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